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Ataques que deixaram mais mortos na Europa

Série de atentados realizados pelo Estado Islâmico na França na sexta-feira 13 foi a pior desde os atentados contra os trens de Madri

Redação Internacional

15 de novembro de 2015 | 12h27

Março de 2004:
Terroristas lançam uma série de ataques contra o sistema de trens de Madri, na Espanha. Foi o mais grave atentado terrorista ocorrido no país, com 191 mortes

Julho de 2005:
Explosões ocorreram em três composições do metrô de Londres, além de um ônibus; 5 pessoas morreram

Julho de 2011:
Uma explosão nos arredores da sede do governo da Noruega, em Oslo, e um ataque a tiros na ilha de Utoya causaram 77 mortes. O terrorista de extrema direita Anders Behring Brevik foi o autor dos atentados

Março de 2012:
Mohamed Merah, terrorista inspirado pela Al-Qaeda, é responsável por três tiroteios em Toulouse, na França. Entre as sete vítimas, soldados de origem norte-africana, um rabino e seus dois filhos. O autor dos ataques foi morto pela polícia

Janeiro de 2015:
Dois atiradores abriram fogo na redação do semanário satírico Charlie Hebdo – que publicou charges de Maomé -, em Paris, matando 12 pessoas. Oito delas faziam parte da equipe editorial

Janeiro de 2015:
Dois dias depois, atirador faz ataque a mercado Hyper Cacher, também em Paris, matando quatro. Autor afirmou pertencer ao grupo terrorista Estado Islâmico

Fevereiro de 2015:
Jovem dinamarquês de origem palestina abriu fogo contra um centro cultural em Copenhague, capital da Dinamarca. Horas depois, realizou novo ataque em uma sinagoga. No total, duas pessoas foram mortas