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Cameron deixa residência oficial, mas gato Larry fica para nova premiê

Felino adotado em 2011 para lidar com problema de ratos continuará no nº 10 da Downing Street depois que Theresa May assumir o cargo de primeira-ministra nesta quarta-feira; Cameron publica foto de despedida com o animal no Twitter

Redação Internacional

13 de julho de 2016 | 12h05

LONDRES – O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, deixa o cargo e a residência oficial, no número 10 da Downing Street, nesta quarta-feira, 13, para dar lugar à Theresa May, mas um “membro do governo” e morador oficial do local permanecerá mesmo com a nova ocupante da casa: o gato Larry, que tem o título de Grão-Caçador de Ratos do Gabinete Oficial.

A repentina vitória de May, atual ministra de Interior, na disputa pela liderança do Partido Conservador na segunda-feira – depois de sua única concorrente, Andrea Leadsom, desistir da disputa – colocou Cameron na posição nada invejável de ter que desocupar sua residência em cerca de 48 horas.

Uma grande van azul de mudanças passou grande parte da terça-feira na frente da residência oficial do premiê para retirar todos os pertences da família Cameron. É um ritual de passagem comum para os britânicos, mas pouco familiar em países presidencialistas, como EUA e Brasil, onde os novos líderes eleitos costumam ter alguns meses para fazer a transição.

Mesmo com a saída de Cameron, o gato Larry continuará na residência oficial, confirmou um porta-voz do governo, acrescentando que May herdaria o gato malhado adotado por Cameron de um abrigo de animais em 2011 para ajudar a resolver um problema com ratos.

Nesta quarta, Cameron usou sua última resposta como premiê para insistir que “ama” Larry e dizer que ficou “triste” por não poder levá-lo para sua nova casa. Segundo o político, não são verdadeiras as insinuações de que seu interesse pelo felino é apenas para “melhorar sua imagem” e ele “provaria isso de forma fotográfica, o que ele fez em sua conta no Twitter.

“Infelizmente não posso levá-lo comigo. Ele pertence à residência oficial e todos os funcionários de lá – assim como eu – o amam”, afirmou. / COM NYT

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