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Cinco mitos sobre o primeiro ato da Primavera Árabe

Redação Internacional

17 de dezembro de 2011 | 04h24

Primavera Árabe

Várias imprecisões têm sido publicadas na imprensa internacional sobre o incidente na Tunísia que envolveu um vendedor ambulante e uma fiscal de impostos e desencadeou a Primavera Árabe.

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1. O homem que se imolou na cidade tunisiana de Sid Bouzid se chamava Tarek bin Tayeb Bouazizi. “Mohamed” era seu apelido.

2. Bouazizi não tinha diploma universitário, como tem sido repetido. Ele completou o ensino médio e gostava de ser vendedor, segundo sua família.

3. Fayda Hamdi – a agente estatal que se envolveu no episódio com Bouazizi – não é policial, mas fiscal de impostos. Não usa armas nem farda. Ela nega ter dado um tapa na cara de Bouazizi. A família dele insiste que deu.

4. Bouazizi não ateou fogo ao corpo, mas à cabeça apenas. Seu corpo permaneceu intacto.

5. Sidi Bouzid não é um “vilarejo”, mas uma cidade de 515 mil habitantes, capital da província de mesmo nome, no centro da Tunísia.

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