Creche alemã é esvaziada após menino levar bomba da 2ª Guerra
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Creche alemã é esvaziada após menino levar bomba da 2ª Guerra

De acordo com a polícia, criança teria encontrado o artefato explosivo durante um passeio pela floresta e quis levá-lo à escola

Redação Internacional

05 Julho 2017 | 12h23

BERLIM – A polícia teve que esvaziar nesta quarta-feira, 5, uma creche na cidade de Darmstadt, no centro da Alemanha, depois que os educadores perceberam que um menino tinha levado uma bomba da 2ª Guerra.

Aparentemente, a criança achou o artefato explosivo durante um passeio pela floresta e quis levá-lo à escola, informou a polícia do Estado federado de Hesse em um comunicado.

Autoridades da Alemanha esvaziaram creche após criança levar bomba incendiária da 2ª Guerra encontrada em floresta para a sala de aula (EFE/Nestor Bachmann)

Autoridades da Alemanha esvaziaram creche após criança levar bomba incendiária da 2ª Guerra encontrada em floresta para a sala de aula (EFE/Nestor Bachmann)

Quando os educadores descobriram o “estranho objeto” em uma das estantes do centro educacional, alertaram imediatamente a polícia e levaram as crianças para um parque.

As autoridades transferiram a bomba para um local seguro e realizaram buscas no lugar onde o menino tinha achado o artefato, mas não encontraram mais explosivos. As crianças retornaram à escola assim que o objeto foi retirado pelas autoridades.

A polícia pediu à população que informe imediatamente as forças de segurança se encontrarem na floresta, no campo ou no seu próprio jardim um artefato explosivo ou um objeto suspeito, ao mesmo tempo em que pediu para que não toquem e se afastem do local.

Artefatos explosivos lançados pelos aliados contra a Alemanha nazista durante a 2ª Guerra ainda são encontrados com frequência em território alemão, principalmente em locais de construção, florestas e campos.

A maior retirada de pessoas para remoção de um dispositivo deste tipo ocorreu em dezembro de 2016, quando 54.000 pessoas tiveram que deixar suas casas em Augsburg, no sul do país. / EFE e AFP

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