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Cronologia: Regulamentação contra o véu islâmico na UE

Veja as principais decisões de países e da UE contra a burca e o niqab

Redação Internacional

16 de março de 2017 | 18h06

Setembro de 2003
A Corte Constitucional decide a favor de uma professora de origem afegã que queria usar um véu islâmico no trabalho, mas diz que cabe aos Estado proibir o adereço se quiserem. Metade das regiões alemãs o fizeram.

Fevereiro de 2004
A Assembleia Nacional francesa debate uma lei para banir símbolos religiosos de escolas

Março de 2010
Um comitê da Bélgica vota a favor do banimento do niqab e da burca em público.

Abril de 2011
Mulheres francesas são proibidas de usar o niqab em público. Três meses depois, a Bélgica aprova a lei proposta pelo comitê em 2010 e também bane o niqab e a burca

Julho de 2014
Corte Europeia de Direitos Humanos mantém a decisão francesa, com o argumento de que é um objetivo legítimo das autoridades em prol da coletividade

Maio de 2015
A Holanda aprova um veto parcial ao véu islâmico, restrito ao transporte público e alguns locais públicos

Agosto de 2016
Premie francês, Manuel Valls, defende vetos municipais ao burquini – o maiô islâmico que cobre partes do corpo das muçulmanas.

Dezembro de 2017
A chanceler alemã Angela Merkel apoia o veto parcial à burca e ao niqab sempre que ‘legalmente possível’

Janeiro de 2017
A Áustria proíbe véus que cobrem todo o rosto em tribunais e escolas

Março de 2017
Corte Europeia de Justiça decide que empregadores podem vetar símbolos religiosos desde que a empresa tenha regras de neutralidade

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