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Cuba e a lista

Redação Internacional

14 de abril de 2015 | 17h51

Inclusão
Cuba foi incluída na lista do Departamento de Estado americano dos países que patrocinam o terror no dia 1º de março de 1982

Motivo
A justificativa para a inclusão do país, segundo os EUA, era seu apoio a “insurgentes de esquerda” na América Latina

Permanência
Em 2013, um relatório do Departamento de Estado para manter o país na lista dizia que Cuba fornecia um “paraíso seguro” para separatistas bascos e rebeldes colombianos

Consequência
A inclusão na lista cerceou amplamente o sistema bancário cubano e o manteve distante de muitos mercados financeiros exteriores

Revisão
O Departamento de Estado determinou que Cuba não esteve mais engajada em atividade terrorista nos últimos seis meses – um critério que designa um país como patrocinador do terrorismo – e portanto não pertence mais à lista

Remanescentes
Outros três países continuarão a fazer parte da lista. São eles: Irã, Sudão e Síria, incluídos respectivamente em 19 de janeiro de 1984, 12 de agosto de 1993 e 29 de dezembro de 1979

Coreia do Norte
A Coreia do Norte foi o último país a ser retirado da lista, em outubro de 2008. A decisão foi tomada pelo então presidente George W. Bush porque o país tinha se comprometido a permitir que inspetores estrangeiros verificassem se Pyongyang havia abandonado seu programa de armamentos