‘Damas de Branco’ fazem protesto por dissidentes cubanos e são humilhadas
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‘Damas de Branco’ fazem protesto por dissidentes cubanos e são humilhadas

Robson Morelli

11 de dezembro de 2009 | 18h07

Reuters

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Todo 10 de dezembro a cena se repete em Havana. Um grupo de mulheres sofridas, conhecidas como as “Damas de Branco”, se reúne na capital cubana para exigir a libertação de seus familiares ­–  75 dissidentes do regime comunista detidos na primavera de 2003 ­– e respeito aos direitos humanos. Vários dos dissidentes já foram soltos, a maioria por motivos de saúde, mas entre as mulheres vestidas de branco restaram 39 à frente do protesto de quinta-feira. Como sempre, foram recebidas com xingamentos e  até agressões por cerca de 200 simpatizantes do regime, que chegaram em ônibus. A novidade, este ano, foram as cerca de dez “prisões preventivas” ­­- a nova arma do regime para calar a oposição, na qual “suspeitos” são detidos antes mesmo de participar do protesto. “Este ano foi o pior de todos”, resumiu a líder das Damas de Branco, Laura Pollán, mulher de Hector Maceda (condenado a 20 anos de prisão).

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