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Documentário traz imagens feitas na Líbia pelo refém do EI James Foley

Lançado no menu de atrações do Netflix, o documentário 'E-Team' acompanha quatro agentes humanitários no Oriente Médio

Redação Internacional

31 de outubro de 2014 | 10h44

Lançado no menu de atrações do Netflix no dia 24, o documentário E-Team acompanha quatro agentes humanitários no Oriente Médio. O filme inclui imagens feitas pelo repórter fotográfico James Foley na Líbia em 2001, um ano antes de seu sequestro na Síria, em novembro de 2012, por militantes do Estado Islâmico (EI).

Em agosto, Foley foi executado por um militante islamista do EI e um vídeo de sua decapitação tornou-se viral, causando comoção mundial.

“Esperamos que as imagens e o seu trabalho no filme honrem o que ele estava fazendo com sua vida: tentando conseguir histórias de líbios e sírios lutadores”, disse ao jornal USA Today a diretora Katy Chevigny (Election Day), que dirigiu o projeto com Ross Kaufman (Born into Brothels).

Gravado ao longo de dois anos, o filme acompanha os esforços de Anna Neistat, Ole Solvang, Fred Abrahams e Peter Bouckaert, membros da equipe de emergências do Humam Rights Watch, responsáveis por reportar e documentar crimes de guerra. O filme coloca os espectadores na linha de frente da Líbia e Síria, entrevistando vítimas de ataques brutais ordenados por líderes como Bashar Assad e Muamar Kadafi.

A edição do documentário, Chevigny e Kauffman debruçaram por mais de 350 horas de imagens, captadas por Foley, Kauffman e cinegrafista Rachel Beth Anderson no exterior e dentro das casas do E-Team em Paris, Berlim e Genebra.

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