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E o Brasil com isso?

Ricardo Galhardo

13 de dezembro de 2009 | 05h25

Seja quem vença as eleições no Chile, não deve alterar muito as relações com o Brasil. O candidato da Concertação, Edurado Frei, provavelmente manterá a linha de aproximação da presidente Michelle Bachelet. E o direitista Sebastián Piñera já foi até Brasília para fazer um aceno ao presidente Lula.

Hoje, o Brasil é o segundo principal destino dos investimentos chilenos no exterior, atrás apenas da Argentina. Desde 1990, os chilenos investiram no País um volume superior a US$ 8 bilhões. Além disso, o fluxo de comércio está crescendo.

Segundo Carlos Furche, diretor de Relações Econômicas Internacionais do governo chileno, um dos projetos que devem ser levados adiante nos próximos anos é o de fazer do Chile uma grande plataforma de exportação e importação para os produtos comercializados entre o Brasil e a Ásia.

“Estamos transformando nossa realidade geográfica, que no passado já foi vista como desvantajosa, em uma vantagem do ponto de vista comercial”, disse Furche, num seminário promovido pelo governo chileno na semana passada.

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