Execução de mulheres nos EUA
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Execução de mulheres nos EUA

Redação Internacional

29 Setembro 2015 | 07h00

Kelly Renee Gissendaner, de 47 anos, foi condenada e sentenciada à morte em fevereiro de 1997 acusada pelo assassinato do marido, Douglas Gissendaner. Ela será a 16ª mulher a ser executada nos EUA desde que o país retomou a pena de morte, em 1976. Veja mais sobre as execuções de mulheres nos EUA:
Estados
As 15 execuções ocorreram em 7 Estados americanos. A maioria delas foi conduzida no Texas, 6, seguido de Oklahoma, 3, Flórida, 2, e Carolina do Norte, Arkansas, Alabama e Virgínia, com 1 cada.

Métodos
A maioria de execuções foi conduzida pelo método de injeção letal, com exceção de dois casos. Judy Buenoano (Flórida), em 1998, e Lynda Block (Alabama), em 2002, foram eletrocutadas na cadeira elétrica. Judy tornou-se a primeira mulher a ser executada na Flórida em 150 anos e a primeira na cadeira elétrica.

Idades
As idades das mulheres executadas nos EUA vão de 28 anos a mais nova (Christina Marie Riggs, 2000) a 62 anos a mais velha (Betty Lou Beets, também 2000).

Crimes
A maioria foi condenada e executada por assassinar os maridos – 5 dos 15 casos. Entre os demais crimes, há também assassinato de filhos e assassinatos em série.

Filme
Uma das assassinas mais conhecidas é Ailleen Carol Wuornos, executada em 2002 após ser acusada de matar sete homens na Flórida entre 1989 e 1990. Ela dizia que esses homens tentaram ou conseguiram estuprá-la enquanto ela trabalhava como prostituta. A história foi contada no filme Monster, que rendeu Oscar de melhor atriz a Charlize Theron.

Pôster do filme Monster

Pôster do filme Monster