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Independência e separatismo na Europa

Conheça os países que surgiram de processos de independência unilateral no continente europeu

Redação Internacional

27 Outubro 2017 | 16h45

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, vários territórios europeus proclamaram sua independência de modo unilateral. A maior parte deles, durante o colapso da antiga Iugoslávia e da União Soviética. Relembre os principais casos:

 

Chipre
Em 1974, nacionalistas gregos apoiaram um golpe de Estado para unir o Chipre, uma ex-colônia britânica à Grécia. O movimento fracassou e o norte da ilha foi invadido pela Turquia. Em 1983, a comunidade cipriota turca proclamou um Estado independente, que não foi reconhecido

União Soviética
Em março de 1990, a Lituânia foi a primeira ex-república soviética a declarar sua independência da URSS. Tropas do Kremlin invadiram o país em represália, mas retiraram-se meses depois. Outras nove ex-repúblicas se desligaram do país em 1991. No fim daquele ano, os três maiores países da URSS – Rússia, Ucrânia e Belarus – assinaram um tratado para pôr fim ao país.

Outras regiões autônomas, como a Transnístria, na Moldávia, e Nagorno-Karabak, na Armênia, também tentaram se separar.

Nos últimos anos, a Rússia tem fomentado o separatismo de minorias em ex-repúblicas soviéticas, como a Abcásia e a Ossétia do Sul, na Geórgia, e a região de Donbass, na Ucrânia.

Ex-Iugoslávia
Eslovênia e Croácia se desligaram da Iugoslávia em junho de 1991. Ao longo da década, a região sofreu com duas guerras, que levaram à secessão da Bósnia Herzegovina, em 1993, e ao movimento separatista do Kosovo, que declararia sua independência apenas em 2008. Macedônia e Montenegro separaram-se da Sérvia pacificamente.

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