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Dirigente do Hamas foi morto com injeção, diz jornal

Luiz Moncau

01 de fevereiro de 2010 | 07h13

Uma nova versão para a morte do dirigente do Hamas Mahmoud al-Mabhouh, cujo corpo foi encontrado num quarto de hotel em Dubai, aumentou a polêmica em torno do caso. O grupo fundamentalista islâmico palestino atribuiu a morte de Mabhouh a Israel.

De acordo com o jornal The Times, de Londres, o assassino injetou uma droga em Mabdhouh que lhe teria provocado um ataque cardíaco. 

Segundo o  jornal, que cita “fontes no Oriente Médio” para sustentar a nova versão, o assassino (ou assassinos) matou Madhouh silenciosamente e depois fotografou todos os documentos que o dirigente levava em uma pasta. Para evitar problemas, colocou a placa “Não perturbe” na porta do quarto.

A nova versão contradiz a revelada pelo irmão do dirigente ao jornal Haaretz, de Israel. Segundo ele, uma junta médica concluiu que Mabhouh foi morto por choques elétricos e encontrou evidências de que ele teria sido estrangulado.

A polícia de Dubai prendeu sete suspeitos no final de semana, todos com passaportes de vários países, provavelmente falsos. As autoridades não descartam a possibilidade de que o crime foi cometido por um agente estrangeiro ou algum grupo político. (The Times)

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