Maduro diz que 6 mil seguidores no Twitter ‘sumiram’ em ataque massivo da direita internacional
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Maduro diz que 6 mil seguidores no Twitter ‘sumiram’ em ataque massivo da direita internacional

Redação Internacional

01 de novembro de 2013 | 16h20

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o Twitter e setores políticos da direita internacional de terem organizado nesta sexta-feira, 1, um “ataque massivo” contra a sua conta na rede social. Em discurso aos jovens, transmitido do palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, Maduro afirmou que mais de 6 mil dos 1,4 milhão de seus seguidores no microblog ‘sumiram’.

A medida teria como objetivo desestabilizar a ele e a “patriotas bolivarianos e chavistas da Venezuela”, queixou-se o líder. Entre as contas que pararam de funcionar estavam a do Serviço Administrativo de Identificação, Migração e Imigração e a da Ministra de Comunicações e Informação, Delcy Rodríguez, afirmou o governo.

“Foram mais de 6 mil contas suspensas. Fazemos uso dessa ferramenta para difundiar a verdade da Revolução e do nosso povo”, disse Rodríguez em declaração transmitida por uma emissora estatal de televisão.

A presidência venezuelana enviou uma reclamação formal ao Twitter. De acordo com a agência Associated Press, o porta-voz do microblog, Nu Wexler, não se pronunciou sobre a reclamação de Maduro.

O atual mandatário do país segue o mesmo tipo de abordagem na rede social que seu antecessor, Hugo Chávez, morto em março.Quando criou uma conta, em abril de 2010, Chávez disse sobre seus críticos na internet: “Se não pode vencê-los, responda no Twitter”.

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