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Magnata de Hong Kong compra diamante de US$ 48,39 milhões para filha de 7 anos

Joseph Lau, 6º homem mais rico de Hong Kong, batizou a joia de 12,03 quilates de “Lua Azul de Josephine”

Redação Internacional

12 de novembro de 2015 | 10h31

HONG KONG – Um magnata do setor imobiliário de Hong Kong foi identificado nesta quinta-feira, 12, como o comprador do diamante mais caro do mundo, leiloado na noite de terça-feira na Suíça por US$ 48,39 milhões. A peça é um presente para sua filha de 7 anos.

Segundo a casa de leilões Sotheby’s, responsável pela venda, o diamante estabeleceu um novo recorde mundial de joias leiloadas até o momento ao superar os US$ 46,2 milhões pagos por um comprador em Genebra, em 2010, por um diamante rosa.

Desta vez, a peça adquirida foi um diamante azul de 12,03 quilates chamado “Lua Azul”, cravado em um anel, cujo valor também bateu o recorde de preço pago por quilate, superando US$ 4 milhões.

A venda do produto aconteceu um dia depois que o mesmo comprador adquiriu um diamante rosa de 16,08 quilates por US$ 28,5 milhões, batizado por ele de “Doce Josephine”.

Segundo a imprensa local, o comprador é o empresário multimilionário Joseph Lau, de 64 anos, que passou a chamar o diamante de 12,03 quilates de “Lua Azul de Josephine”, em homenagem a sua filha.

Lau é um conhecido colecionador de arte e vinhos que também possui um dos mais famosos quadros de Andy Warhol: o retrato colorido de Mao Tsé-Tung, adquirido por US$ 17,4 milhões. Ele também é dono do célebre Te Poipoi, de Paul Gauguin, pelo qual desembolsou US$ 39,2 milhões.

O empresário fez sua fortuna a partir de investimentos em cavalos e compras de empresas na década de 1980. Ele está na lista da revista Forbes como o 6º homem mais rico de Hong Kong e aparece em 114º na comparação mundial, com ativos avaliados em US$ 9,8 bilhões.

Em março de 2014, Lau foi condenado por sua participação em um escândalo de subornos na cidade de Macao. Recebeu uma pena de 5 anos e 3 meses em regime fechado por ter corrompido um ex-ministro na tentativa de comprar terras na região, mas não chegou a cumpri-la porque não há nenhum acordo de extradição entre Macao e Hong Kong. /EFE e AFP

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