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Missionário americano preso na Coreia do Norte conversa com jornalistas

Redação Internacional

20 de janeiro de 2014 | 12h46

O missionário e guia turístico americano preso na Coreia do Norte desde novembro de 2012 fez uma rara aparição nesta segunda-feira, 20, na presença de jornalistas, para pedir aos EUA que garantam sua liberdade. Kenneth Bae disse querer ser libertado “o mais cedo possível” para poder voltar ao país americano e ficar com a família, informou a agência japonesa Kyodo.

Bae, condenado a 15 anos de trabalhos forçados, falou com a imprensa durante três minutos, se declarou culpado, pediu desculpas pelos atos que cometeu contra o governo norte-coreano e pediu a colaboração entre Washington e Pyongyang, o que ajudaria em sua libertação. Não se sabe os motivos de a Coreia do Norte ter permitido que Bae conversasse com os jornalistas.

Um vídeo mostra Bae chegando em uma sala para falar com os jornalistas. Ele vestia um uniforme de presidiário e estava escoltado por guardas.

O americano foi preso em novembro de 2012 e condenado em 30 de abril de 2013 por violar o artigo 60 da Constituição da Coreia do Norte, sobre cometer um crime com o objetivo “de derrubar o regime”. O crime de Bae nunca foi especificado.

Em agosto do ano passado, Pyongyang convidou um enviado especial do governo americano para negociar a libertação de Bae, mas depois cancelou o convite justificando que os EUA tinham realizado “provocações militares” contra o país./ EFE

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