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Museu Nacional da Memória do 11 de Setembro será inaugurado nos EUA

Redação Internacional

14 Maio 2014 | 16h37

NOVA YORK – O ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg apresentou nesta quarta-feira, 14, o Museu Nacional da Memória do 11 de Setembro, que homenageia as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. Para ele, o local é composto por “histórias demolidoras de perdas inimagináveis, mas também histórias inspiradoras de coragem e compaixão.”

“Com a inauguração, cumprimos o compromisso que firmamos com os familiares das vítimas de nunca esquecermos os que perdemos nem as lições terríveis que aprendemos nesse dia”, disse Bloomberg, presidente do museu, antes de mostrar à imprensa as instalações do lugar.

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Na entrevista também estavam o diretor do Memorial, Joe Daniels, e a diretora do museu, Alice Greenwald. Nesta quinta, o presidente americano, Barack Obama, dará o tiro de largada pela semana de homenagem. No dia 21 de maio, o local será aberto ao público.

Críticas. Um grupo de familiares das vítimas criticou que os restos de vítimas sem identificação tenham sido levados para o museu. “Há quase 3 mil famílias que acreditam que é uma boa ideia e dezenas que são contra. Estamos em uma democracia e é preciso respeitar o que a maioria quer”, argumentou Bloomberg.

Outra crítica foi sobre o preço da entrada. Muitos consideram que, dada a temática do museu, o acesso deveria ser gratuito. “Eu acho que a entrada precisa ser gratuita, mas ainda não obtivemos dinheiro do governo, portanto agora continuamos pedindo aos congressistas de Nova York”, explicou Bloomberg.

Segundo Daniels, o Museu da Memória “ajudará a contar o que as pessoas que atentaram contra nós não entenderam”, disse. “Os laços que nos unem se fortalecem de forma extraordinária quando temos que enfrentar esse tipo de circunstância inimaginável.”/ EFE