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O que pode mudar com a independência da Escócia

Independentistas falam em nova Constituição e querem manter a rainha Elizabeth II como soberana

Redação Internacional

17 de setembro de 2014 | 17h56

– Petróleo e gás: provavelmente seriam divididos geograficamente.
85% das reservas estão no que seria território escocês – setor poderia constituir 15% da economia da Nova Escócia

– Dívida / moeda: dívida da Grã-Bretanha é de 1,4 bilhões de libras (US$ 2,3 bilhões). Governo escocês afirma que poderia ser dividida proporcionalmente segundo a população.
Escócia continuaria usando a libra nos próximos meses, mas o governo britânico descartou compartilhar a moeda, então o que ocorreria depois é uma dúvida. É possível que a Escócia use a libra sem um acordo formal com a Grã-Bretanha

– Constituição: governo escocês quer uma conferência entre setores empresariais, da sociedade civil e sindicatos para formar uma Constituição. A intenção é que o documento proíba armas nucleares na Escócia e preveja a saída, em 2020, dos submarinos nucleares britânicos Trident, que estão na base naval Faslane, perto de Glasgow.

– Fronteiras: setor pró-independência deseja que a fronteira continue sendo invisível, mas a ideia de relaxar a política imigratória poderia levar a Grã-Bretanha a implantar controles. Como com a Irlanda, não deverá ser necessário ter passaportes para viajar da Grã-Bretanha para a Escócia e vice-versa.

– Rainha: Partido Nacional Escocês deseja que a Nova Escócia seja uma monarquia constitucional com a rainha Elizabeth II como soberana