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O relatório da AIEA sobre o Irã e a posição do Brasil

Redação Internacional

08 de novembro de 2011 | 22h59

Embora hesite em tomar uma posição oficial antes da divulgação oficial do

Documento

, o Itamaraty tende a rejeitar a adoção de novas sanções ao Irã. Na avaliação da diplomacia brasileira, as sanções podem ser ineficazes e não trazer o efeito pretendido pelas potências ocidentais, de enfraquecer o regime persa. Na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), o Brasil aproximou-se diplomática e comercialmente do Irã. O presidente Mahmoud Ahmadinejad visitou Brasília e Lula, Teerã.

Veja também:
NA ÍNTEGRA:


‘Guerra dos americanos contra Irã é improdutiva’
ESPECIAL: Tambores de guerra no Oriente Médio
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HOTSITE: A tensão entre Israel e o Irã

No ano passado, o ex-presidente intermediou, ao lado da Turquia, um acordo para que o Irã enriquecesse urânio fora do país. O pacto foi rejeitado pelos Estados Unidos e países europeus, que impuseram no Conselho de Segurança uma nova rodada de sanções ao país dos aiatolás.

 

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