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Obama critica discriminação religiosa nos EUA após decreto de Trump

Valores dos Estados Unidos estão em risco, disse porta-voz do ex-presidente

Redação Internacional

30 Janeiro 2017 | 17h36

WASHINGTON  O ex-presidente americano Barack Obama disse nesta segunda-feira, 30, que discorda frontalmente da discriminação com foco na religião de outras pessoas.

Sem mencionar diretamente o decreto de seu sucessor, Donald Trump, que proíbe a entrada de muçulmanos sírios e de outros seis países nos Estados Unidos, o democrata disse que o presidente está emocionado com a mobilização no país contra a proposta.

U.S. President Barack Obama listens to a question during his last press conference at the White House in Washington, U.S., January 18, 2017.      REUTERS/Joshua Roberts

Obama prometeu não opinar sobre política americana a não ser que valores do país estivessem ameaçados. REUTERS/Joshua Roberts

“Os valores dos Estados Unidos estão em risco”, disse o porta-voz do ex-presidente, Kevin Lewis. “Os cidadãos estão exercendo seu direito constitucional de reunião para fazer suas vozes serem ouvidas.”

Desde que deixou a presidência no dia 20, Obama está de férias na Califórnia. Nos últimos dias na Casa Branca, ele disse que deixaria espaço para Trump governar, mas se posicionaria no caso de violações de valores democráticos básicos.

É incomum nos Estados Unidos que ex-presidentes se pronunciem sobre assuntos de política de seus sucessores. / AP

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