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Para lembrar: Os atentados terroristas de janeiro em Paris

Jihadistas franceses atacaram semanário satírico e mercado judaico entre os dias 7 e 9, deixando 17 mortos

Redação Internacional

05 Janeiro 2016 | 10h56

PARIS – Em janeiro de 2015, Paris foi alvo de dois ataques terroristas entre os dias 7 e 9 daquele mês que deixaram 17 mortos. Os alvos foram o semanário satírico “Charlie Hebdo” – onde 12 pessoas, 11 funcionários do jornal e 1 policial, foram mortos – e o mercado kosher Hyper Cacher – onde quatro pessoas foram assassinadas. Uma policial municipal também foi morta pelo terrorista que atacou o mercado judaico.

O Charlie Hebdo foi atacado pelos irmãos franceses de origem argelina, Said e Cherif Kouachi, que justificaram o ato como uma vingança contra os veículo em razão da publicação de charges que faziam piada com Maomé. Eles foram mortos em um cerco policial dois dias depois do ataque.

O radical islâmico francês Amedy Coulibaly, que disse ser filiado ao Estado Islâmico (EI), foi o responsável pelo ataque ao mercado judaico. Ele também matou uma policial municipal em Montrouge, cidade periférica ao sul de Paris. Coulibaly foi morto em um cerco da polícia ao Hyper Cacher.

Inicialmente os irmãos Kouachi disseram ter atuado em nome da Al-Qaeda da Península Arábica (AQPA), que reivindicou o ataque, mas depois a polícia afirmou que eles atuaram em coordenação com Coulibaly.