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Perfil: Suspeito de Sydney é iraniano com histórico violento

Em 2013, ele foi condenado por enviar cartas com veneno para as famílias de soldados australianos mortos no Afeganistão e na Indonésia

Redação Internacional

15 de dezembro de 2014 | 13h50

Man Haron Monis, de 50 anos, suspeito de manter reféns num café em Sydney, na Austrália se autodeclara clérigo muçulmano.

Em 2013, ele foi condenado por enviar cartas com veneno para as famílias de soldados australianos mortos no Afeganistão e na Indonésia. Ele também é acusado de colaborar no assassinato de sua ex-mulher Noleen Hayson Pa. Ela foi esfaqueada e seu corpo foi incendiado enquanto estava viva. A principal suspeita do crime é a namorada de Monis, Amirah Droudis.

Monis, que também é conhecido por xedque Haron e Mohammad Hassan Manteghi, nasceu no Irã. Seu endereço mais recente é em Bexley North, no sul de Sydney. Ele oferece serviço de “consulta espiritual” e afirma ser especialista em astrologia, numerologia, meditação e magia negra. As acusações mais recentes contra ele são por indecência e assédio sexual a uma mulher durante a “consultoria espiritual”.

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