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Família real britânica se queixa da perseguição dos paparazzi ao príncipe George

Em carta enviada à imprensa, secretário de comunicações de William e Kate lamentou 'assédio' sofrido pelo primogênito dos duques e pediu que apenas fotos autorizadas sejam publicadas

Redação Internacional

14 de agosto de 2015 | 15h51

LONDRES – O palácio de Kensington pediu aos meios de comunicação que não publiquem fotos do príncipe George, filho dos duques de Cambrigde, não autorizadas ou tiradas por fotógrafos que “passam dos limites” para captá-las.

Em carta enviada nesta sexta-feira, 14, aos meios de comunicação, o secretário de comunicações de William e Kate, Jason Knauf, lamentou o “assédio” sofrido pelo primogênito dos duques, de dois anos, bisneto da rainha Elizabeth II e terceiro na linha de sucessão da coroa britânica.

“Escrevo para oferecer uma visão geral dos desafios atuais aos quais o palácio de Kensington enfrenta para proteger o príncipe George e a princesa Charlotte do assédio e da vigilância dos paparazzi”, disse Knauf na carta, em referência também à filha mais nova do casal, nascida em 2 de maio.

O secretário real garantiu que, embora a “grande maioria” dos meios internacionais e nacionais respeitem as normas, um pequeno número deles “passam dos limites” e publicam fotografias de George tiradas em “circunstâncias inaceitáveis”.

O secretário usou como exemplo um fato ocorrido na semana passada, que qualificou de “preocupante”. “Um fotógrafo alugou um carro e estacionou em um lugar discreto diante de uma área de jogos para crianças. Protegido pelas janelas escurecidas, ele foi além e pendurou lençóis dentro do veículo para criar um esconderijo com comida e bebida para vigiar durante todo o dia, com a esperança de captar imagens do príncipe George”, relatou Knauf.

Segundo sua versão, a polícia encontrou esse fotógrafo no porta-malas do carro tentado tirar fotos com uma lente de longo alcance através de um pequeno buraco feito em seu esconderijo.

O que preocupa Kate e o príncipe William, cuja mãe Diana de Gales faleceu em um acidente de carro quando fugia dos paparazzi, em 1997, é que nem “sempre é possível distinguir rapidamente” entre “quem quer tirar fotos e quem quer causar um dano”. Knauf insistiu que o citado incidente não é um caso isolado e incluiu na carta uma lista de casos similares ocorridos nos últimos meses. / EFE e REUTERS