10 momentos em que Trump insultou as mulheres
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10 momentos em que Trump insultou as mulheres

Apesar de ter elogiado o público feminino no Dia Internacional da Mulher, presidente já fez comentários ofensivos em entrevistas, pronunciamentos e até em seus livros

Redação Internacional

08 de março de 2017 | 16h41

O presidente dos EUA, Donald Trump, homenageou o público feminino em sua conta no Twitter nesta quarta-feira, 8, pelo Dia Internacional da Mulher. Ele garantiu que tem “um tremendo respeito” por todas e o papel que elas desempenham é “vital para o tecido da nossa sociedade e da nossa economia”. Apesar disso, o republicano já esteve em situações embaraçosas pelo tratamento que dá a elas.

Veja abaixo algumas afirmações que ele já fez:

Presidente dos EUA, Donald Trump, faz discurso no Congresso (Foto: EFE/Pete Marovich)

Presidente dos EUA, Donald Trump, faz discurso no Congresso (Foto: EFE/Pete Marovich)

Abril de 2015, no Twitter:

“Hillary Clinton seria uma péssima presidente em razão das ações de seu marido. Se ela não consegue satisfazer seu marido, o que a faz pensar que é capaz de satisfazer a América?”

 

Março de 2016, em entrevista a Chris Matthews na MSNBC:

“É preciso haver alguma forma de punição para quem faz aborto”. Questionado se estava se referindo às mulheres, Trump respondeu “Sim”. 

 

Agosto de 2016, em entrevista ao ‘Meet the Press’ sobre o caso do ex-CEO da Fox News Roger Ailes, acusado de abuso sexual:

“Eu posso te dizer que algumas daquelas mulheres que estão reclamando…eu sei o quanto ele as ajudou”

 

Em 2006, em entrevista ao programa “Larry King Live”:

“Angelina Jolie saiu com vários homens por ser atraente. Angelina Jolie saiu com tantas pessoas diferentes que eu fico parecendo um iniciante. É por isso que ela não me atrai.”

 

Em seu livro “How to get rich” (“como ficar rico”, em tradução literal) de 2004:

“Não é nenhuma notícia inovadora que as recentes vitórias de mulheres no ‘O Aprendiz’ foram, por uma grande margem, resultado de seu sex appeal.”

 

Em seu livro “Nação Trump: a Arte de Ser Donald”, no momento em que comenta sobre o filme “Pulp Fiction: nos Tempos da Violência”, de Quentin Tarantino:

“A melhor parte de qualquer filme, não importa qual, é quando eles fazem as mulheres calarem a boca.”

 

Em 2014, em um vídeo exibido pelo programa “Last Week Tonight”:

“Se uma mulher quiser ser jornalista, ela precisa ser sensual. Se fôssemos politicamente corretos, diríamos que a aparência não conta nada. Mas é claro que a aparência é importante.”

 

Em seu livro “A Arte do Retorno”, publicado em 1997:

“A pessoa que inventou a expressão ‘sexo frágil’ era inocente ou estava brincando. Já vi mulheres manipularem homens mexendo apenas os olhos, ou outras partes do corpo.”

 

Em entrevista à revista Vanity Fair em 1990:

“Eu nunca compraria jóias decentes para Ivana (sua mulher na época). Por que dar a ela ativos negociáveis?”

 

Em maio de 2013, no Twitter, sobre o número de abusos entre militares:

“Foram 26 mil agressões sexuais não relatadas nas Forças Armadas e apenas 238 tiveram sanções. O que esses ‘gênios’ imaginavam ao colocar homens e mulheres juntos?”

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