Turista chinês se confunde ao preencher documento e passa 12 dias em abrigo para refugiados
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Turista chinês se confunde ao preencher documento e passa 12 dias em abrigo para refugiados

Homem de 31 anos e que só fala mandarim teve sua carteira roubada na Alemanha e, ao invés de preencher uma denúncia de roubo, assinou um pedido de solicitação de asilo

Redação Internacional

08 Agosto 2016 | 14h04

BERLIM – Um turista chinês se viu retido por 12 dias em um abrigo pata refugiados na Alemanha após assinar por engano uma solicitação de asilo ao invés de uma denúncia de roubo, confirmou nesta segunda-feira, 8, a Cruz Vermelha, entidade que administra o local.

O homem de 31 anos, que só fala mandarim, “iniciou um ciclo do qual, em um primeiro momento, não foi capaz de sair”, declarou o presidente da Cruz Vermelha em Münster, no Estado federado da Renânia do Norte-Vestfália, Christoph Schlutermann.

Turista chinês se viu retido por 12 dias em um abrigo pata refugiados na Alemanha após assinar por engano uma solicitação de asilo ao invés de uma denúncia de roubo

Turista chinês se viu retido por 12 dias em um abrigo pata refugiados na Alemanha após assinar por engano uma solicitação de asilo ao invés de uma denúncia de roubo (Foto: Reuters)

Por meio de um aplicativo de tradução foi possível reconstruir a odisseia do mochileiro chinês. Ele teve a carteira roubada na cidade de Heidelberg e seguiria viagem para França e Itália, informou o jornal local Dülmener Zeitung.

Aparentemente, ele chegou a uma repartição pública – ao invés de uma delegacia – onde recebeu formulários para dar entrada em um pedido de asilo. O turista foi então levado a um centro de amparo provisório na cidade de Dortmund, onde teve de entregar seu passaporte e seu visto.

Somente ao chegar ao albergue em Dülmen, onde foi registrado como refugiado, ele conseguiu concluir sua jornada inusitada. Com isso, as autoridades precisaram de 12 dias para reconstruir a história e conseguir a documentação pertinente para liberar o chinês, segundo o presidente da Cruz Vermelha. / EFE

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