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Vídeos mostram situação nas Filipinas após passagem do tufão Haiyan

Redação Internacional

12 de novembro de 2013 | 11h59

O presidente das Filipinas, Benigno Aquino III, decretou na segunda-feira 11 estado de calamidade em razão das mortes e da destruição causadas pelo tufão Haiyan, que atingiu o país entre sexta-feira e sábado e pode ter deixado mais de 10 mil mortos. Segundo oficiais filipinos, o número de pessoas atingidas chega a quase 9,7 milhões, das quais 615 mil foram desalojadas. Cerca de 430 mil filipinos foram levados para 1,4 mil abrigos temporários.

Suprimentos estão chegando em grande quantidade a Tacloban três dias depois do tufão Haiyan, uma das tempestades mais poderosas registradas até hoje, transformar a cidade portuária de 220 mil habitantes em terra arrasada repleta de cadáveres. Mas a demanda é imensa e as provisões não estão chegando aos mais necessitados. “As pessoas estão perambulando pela cidade, procurando comida e água”, disse Christopher Pedrosa, um funcionário da área assistencial do governo.

Pelo menos uma dezena de aviões militares de carga dos EUA e das Filipinas chegaram à cidade de Tacloban – região mais afetada pelo tufão. Segundo a Força Aérea filipina, 66 toneladas de suprimentos já foram distribuídas desde sábado:

O número de mortos até a manhã desta terça-feira, 12, era de 1.774. Entidades de ajuda humanitária que trabalham nos resgates mantêm a previsão de milhares de mortos, já que muitos corpos ainda podem estar debaixo de escombros. A identificação dos corpos é um trabalho difícil:

Na segunda-feira 11, o Haiyan também passou pelo Vietnã e chegou ao sul da China, deixando pelo menos 17 mortos e centenas de feridos nos dois países. No fim de semana, oito pessoas morreram em Taiwan durante a passagem da tempestade.

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