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WEBSFERA – 22 DE OUTUBRO

Redação Internacional

21 de outubro de 2010 | 23h54

THE NEW YORK TIMES
Para não usar turbante, Obama evita templo
Durante sua visita à Índia, em novembro, o presidente Barack Obama visitaria um templo sikh, religião que mistura elementos hinduístas e islâmicos. Desistiu. Para entrar no local, teria que cobrir a cabeça com uma espécie de turbante. E nada pior a esta altura do que ser confundido com um muçulmano. Os sikhs de Amritsar, cidade no noroeste do país, estão decepcionados. “Obama é bem-vindo no interior do templo. Ele pode usar apenas um chapéu”, declarou Gurubachan Singh, um dos responsáveis pelo, em uma concessão pouco usual. Barack Obama, cujo segundo nome é Hussein, é acusado pela ala mais radical da oposição conservadora de ser muçulmano.
http://www.nytimes.com/2010/10/20/world/asia/20india.html?_r=2
DER SPIEGEL
Russos se opõem à construção de mesquita
Os líderes de 1,5 milhão de muçulmanos de Moscou dizem precisar de mais locais de culto. Mas o plano de construir uma mesquita em um parque de Tekstilshchiki, distrito no sudoeste da capital russa, encontra oposição, como em Nova York. Nacionalistas pedem uma “Moscou limpa”, sem muçulmanos e estrangeiros.
http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,723799,00.html
ABC NEWS
Clinton perdeu código nuclear após escândalo
Depois do escândalo com Monica Lewinsky, o ex-presidente Bill Clinton ficou desnorteado. Tanto que, segundo o general Hugh Shelton, perdeu o que não devia: o código de segurança do armamento nuclear americano. Durante meses, Clinton desconversou, até admitir que não sabia onde havia posto seu cartão.
http://abcnews.go.com/WN/president-bill-clinton-lost-nuclear-codes-office-book/story?id=11930878

EL PAÍS
Licença maternidade ganha força na Europa
Parlamentares europeus aprovaram a ampliação da licença maternidade no continente, de 14 para 20 semanas. O benefício foi criado na Alemanha no fim do século 19. Ao final da 1.ª Guerra, 21 países tinham a licença em vigor. Em 1974, a Suécia resolveu equilibrar o direito entre pai e mãe. Reservando três meses para cada um, com a possibilidade de se transferir parte do período para o cônjuge. Noruega e Dinamarca seguiram o exemplo.
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/historia/permisos/Europa/elpepusoc/20101021elpepisoc_2/Tes

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