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WEBSFERA – 27 DE SETEMBRO

Robson Morelli

27 de setembro de 2010 | 07h00

MOTHER JONES
Em decadência, EUA  inauguram nova era
Estatísticas divulgadas este mês pelo censo dos EUA mostram que um em cada sete americanos vivem abaixo da linha da pobreza. No mês passado, os despejos por falta de pagamento estabeleceram novos recordes. Estes foram apenas dois dos sinais da flacidez poder daquele que já foi a única superpotência do globo. Outros incluem a incapacidade de fazer com que a China aprecie sua moeda e a falta de ação para obrigar Rússia, China, Índia e Paquistão a interromperem o comércio de gás e petróleo com o Irã. De acordo com artigo do historiador Dilip Hiro, publicado pela revista Mother Jones, com o fracasso de Washington em impor sua política monetária e energética para o resto do mundo, entramos em uma nova era.

http://motherjones.com/politics/2010/09/american-empire-decline

FRANCE PRESSE
No mundo, 1 em cada 5 vive sem eletricidade
Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), mais de 20% da população mundial – 1,4 bilhão de pessoas – não têm acesso à eletricidade e 40% dependem ainda de fornos rudimentares e tóxicos para cozinhar. “É uma vergonha, é inaceitável”, afirmou a AIE em relatório divulgado esta semana.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jvgI4FkyIZzJYEmLejjquDVNxPRA

NDT.COM
Empresa da Malásia oferece enterro de luxo
A funerária NV Multi Corporation Berhad, da Malásia, oferece funerais de luxo em seis países da Ásia. Entre os mimos estão caixões folheados a ouro de US$ 125 mil e funerais em um prédio em Kuala Lumpur que mais parece um hotel cinco estrelas. Os pacotes da empresa vão de US$ 4 mil a US$ 500 mil – e são um sucesso.

http://english.ntdtv.com/ntdtv_en/ns_asia/2010-09-24/302864207626.html

THE ECONOMIST
Esquerda moderada renasce no Peru
Se as pesquisas estiverem corretas, Susana Villarán, uma ativista de direitos humanos, será eleita prefeita de Lima nas eleições do dia 3. Ela concorre pelo recém-fundado partido esquerdista Força Social. Será a primeira vitória da esquerda na capital peruana desde 1983. Se Susana vencer, e seus aliados se saírem bem em outras partes do país, a eleição presidencial, marcada para abril do ano que vem, ficará ainda mais disputada.

http://www.economist.com/node/17106220

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