William e Kate lideram campanha que financia filmes sobre doenças mentais
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William e Kate lideram campanha que financia filmes sobre doenças mentais

Produções exibem conversas entre pessoas que sofreram ou sofrem com as enfermidades; pesquisa financiada pela iniciativa dos duques de Cambridge mostra que jovens e mulheres são mais propensos a falar sobre o assunto

Redação Internacional

30 de março de 2017 | 12h43

LONDRES – Os duques de Cambridge, William e Kate, e o príncipe Harry lideram a campanha chamada “Heads Together” (“Cabeças Unidas”), que procura quebrar o tabu sobre as doenças mentais por meio do financiamento de curtas-metragens.

Essas produções consistem em conversas entre pessoas que sofreram ou sofrem com essas enfermidades.

Príncipe William (esq.) e sua mulher, Kate, lideram campanha chamada

William (esq.), sua mulher, Kate, e seu irmão, Harry, lideram campanha chamada “Heads Together” (Foto: The Royal Foundation of the Duke and Duchess of Cambridge and Price Harry via AP)

Dez curtas, nos quais contribuíram Alastair Campbell, que foi assessor do ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair, e o jornalista Mark Austin foram pagos pela campanha real e alguns deles foram divulgados nesta quinta-feira, 30.

Em um dos filmes, o rapper inglês Professor Green conversa com o jogador de críquete Andrew Flintoff e admite que teve depressão depois que sua mãe o abandonou e seu pai se suicidou. Em outro, é possível ver a apresentadora americana Ruby Wax e seu marido, Ed Bye, relembrarem que ela confessou a ele que sofria de uma doença mental no dia em que se casaram.

“Heads Together” também financiou uma pesquisa que mostrou que os jovens são mais inclinados a falar de doenças mentais do que as gerações anteriores. Cerca de 57% das pessoas entre 18 e 24 anos já haviam falado deste tipo de doenças, frente a 32% dos maiores de 65 anos.

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Outro dado apontado pela pesquisa é que as mulheres são mais propensas a falar sobre o assunto (54%) do que os homens (37%).

O príncipe Harry, neto da rainha Elizabeth II, afirmou que a primeira conversa sobre a doença pode ser “a cura em si” e é preciso “desafiar a estigmatização”. / EFE

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