Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

A contragosto, EUA reconhecem papel de Chávez em ação de reféns

A contragosto, os Estados Unidosqualificaram na quinta-feira como "bem-vinda" a mediação dopresidente venezuelano, Hugo Chávez, que permitiu a libertaçãode duas políticas colombianas sequestradas pela guerrilha Farc.Apesar disso, Washington evitou felicitar seu maior crítico naAmérica Latina A ex-deputada Consuelo González e a ex-candidata avice-presidente Clara Rojas foram entregues na quinta-feira naselva colombiana a uma missão enviada pela Venezuela, mais deuma semana depois da primeira tentativa de realizar o resgate. "Hoje é um bom dia para essas pessoas e certamente sabemosque isso ocorreu em coordenação com o governo da Colômbia e como apoio do presidente [colombiano, Alvaro] Uribe", disse ajornalistas Tom Casey, porta-voz do Departamento de Estado dosEUA. Apesar das repetidas perguntas dos jornalistas sobreChávez, Casey se recusou a fazer elogios à atuação dopresidente venezuelano. Disse, porém, que "qualquer pessoa,incluindo o presidente Chávez, qualquer pessoa que tenha umpapel a desempenhar que seja positivo e que apóie o presidenteUribe e os esforços do governo da Colômbia é bem-vinda". "Continuamos apoiando Uribe. Continuamos a apoiar seusesforços para que os demais reféns, incluindo os trêsnorte-americanos, sejam libertados", afirmou Casey. Os EUAdedicam verbas para a ajuda militar à Colômbia. Dezenas de políticos, policiais e militares, além de trêsnorte-americanos, continuam sequestrados pela guerrilha ForçasArmadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A mais ilustre dosreféns é a ex-candidata a presidente Ingrid Betancourt, quetambém tem cidadania francesa e foi sequestrada junto comRojas, sua assessora. (Reportagem de Adriana Garcia)

REUTERS

10 de janeiro de 2008 | 18h48

Tudo o que sabemos sobre:
EUAFARCCHAVEZ

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.