Ação judicial contra Connecticut por tiroteio em escola é descartada

Uma ação judicial de 100 milhões de dólares proposta contra o Estado de Connecticut após o tiroteio na escola primária em Newtown foi descartado, informou a imprensa local nesta terça-feira.

Reuters

01 de janeiro de 2013 | 17h59

Irving Pinsky, um advogado de New Haven, Connecticut, disse que desistiu da ação pois estava avaliando novas evidências, de acordo com um relatório publicado online na CTPost.com.

Pinsky disse que não descarta entrar com outras ações judiciais, segundo o relatório. Ele não respondeu imediatamente a pedidos da Reuters para comentar o relatório.

O advogado havia, na semana passada, entrado com o pedido em nome de uma criança não identificada de 6 anos de idade sobrevivente do tiroteio em uma escola primária de Newtown que deixou 20 crianças e seis adultos mortos em 14 de dezembro.

A sobrevivente, chamada de Jill Doe "sustentou traumas emocionais e psicológicos além de danos cujas natureza e extensão têm ainda que ser determinados", segundo o documento.

O Procurador Geral do Estado, George Jepsen, chamou na segunda-feira a alegação de equivocada e disse que uma resposta política pública do Congresso dos EUA e do legislativo do Estado de Connecticut seria mais apropriada do que uma ação judicial, de acordo com um porta-voz.

Por lei, qualquer reclamação contra o Estado deve ser aprovada pelo comissário de reivindicações do mesmo antes que possa avançar. O Procurador-Geral do Estado serve como advogado de defesa do Estado.

(Reportagem de Ellen Wulfhorst)

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