Al Qaeda no Iêmen pede que muçulmanos ataquem diplomatas dos EUA

O braço da Al Qaeda no Iêmen pediu que muçulmanos intensifiquem os protestos e ataquem diplomatas norte-americanos em países muçulmanos depois de um filme feito nos EUA, zombando do profeta Maomé, que a organização considerou como mais um capítulo na "guerra" contra o Islã.

Reuters

15 de setembro de 2012 | 09h16

Uma fúria sobre o filme feito nos EUA varreu o Oriente Médio após as orações da sexta, com manifestantes atacando embaixadas dos EUA e em protestos que mataram pelo menos sete pessoas e levaram o governo norte-americano a enviar tropas para reforçar a segurança nas suas missões.

"O incidente é tão grande que os recursos da nação devem ser unidos para expulsar as embaixadas dos Estados Unidos de terras muçulmanas", disse a Al Qaeda no Iêmen.

Muçulmanos culparam o governo dos Estados Unidos pelo filme amador. Washington condenou o filme e disse que não irá desculpar qualquer insulto religioso.

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