Apaixonada, funcionária de prisão havia concordado em dirigir carro de fuga de detentos em NY

Joyce Mitchell acabou tendo uma crise de nervos, mas os dois condenados por assassinato fugiram e ainda estão foragidos

O Estado de S. Paulo

11 de junho de 2015 | 12h20

NOVA YORK - A funcionária de uma prisão de Nova York está sendo interrogada pela polícia após dois prisioneiros fugirem, acreditava ter um relacionamento romântico com um deles e planejou dirigir o carro da fuga, relatou a rede de televisão NBC News nesta quinta-feira.

No último momento, Joyce Mitchell, supervisora de treinamento industrial da alfaiataria da prisão Clinton Correctional Facility de Dannemora, teve medo e se internou em um hospital com uma crise de nervos no sábado, dia em que se descobriu a ausência dos prisioneiros, afirmou a NBC, citando autoridades de alto escalão do governo.

O detento mais velho, o assassino condenado Richard Matt, de 48 anos, que tem um histórico de tentativas de fuga, seduziu Joyce durante meses e criou um relacionamento durante o qual ela concordou em conduzir o carro com o qual escapariam, diz a reportagem.“Ela achava que era amor”, declarou uma das autoridades à NBC News.

Joyce é casada e tem um filho adulto, que disse que sua mãe jamais ajudaria um prisioneiro a fugir.

Matt e David Sweat, de 34 anos, ambos condenados por assassinato, ainda estavam à solta nesta quinta-feira depois de fugirem da prisão de segurança máxima usando canos subterrâneos e saindo por um bueiro.

Mas de 450 agentes da lei estaduais, federais e locais estão envolvidos no sexto dia de buscas pelo Estado de Vermont e podem chegar à Filadélfia, onde os fugitivos podem ter sido vistos. / REUTERS

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