Aperto de mão entre Obama e Raúl não foi planejado, diz Casa Branca

O aperto de mão do presidente norte-americano, Barack Obama, com o líder cubano, Raúl Castro, durante cerimônia póstuma em homenagem a Nelson Mandela na África do Sul, foi um gesto espontâneo de saudação e não foi além de uma cortesia, disse um assessor da Casa Branca nesta terça-feira.

Reuters

10 de dezembro de 2013 | 17h09

"Nada foi planejado em relação à postura do presidente além do seu discurso", disse o conselheiro adjunto de Segurança Nacional, Ben Rhodes, a repórteres que viajam com Obama.

"Ele realmente não fez mais do que trocar cumprimentos com os líderes enquanto se dirigia para discursar, não foi uma conversa substancial."

(Reportagem de Steve Holland e Mark Felsenthal)

Tudo o que sabemos sobre:
EUACUBADIPLOMACIA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.