Aprovação da política econômia de Obama atinge nova mínima

Após aumento de popularidade com a morte de Bin Laden, presidente voltou a ter 47% de aprovação

REUTERS

07 de junho de 2011 | 09h25

WASHINGTON - A desaprovação de como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está lidando com economia e o crescente déficit orçamentário atingiu novos recordes em meio a ampla frustração sobre o ritmo lento da recuperação econômica, segundo uma pesquisa publicada pelo Washington Post e a ABC News nesta terça-feira.

O aumento da popularidade de Obama após a morte de Osama bin Laden foi dissipado, com a aprovação do presidente voltando a 47 por cento. Quarenta e nove por cento desaprovam seu desempenho.

A taxa de aprovação de Obama subiu a 56 por cento imediatamente após a morte de Bin Laden, no mês passado.

Cinquenta e nove por cento das pessoas ouvidas, um novo recorde, fizeram uma avaliação negativa sobre a administração econômica do presidente, ante 55 por cento há um mês.

A aprovação sobre a questão do déficit fiscal atingiu uma nova mínima, em 33 por cento, registrando queda de 6 pontos desde abril.

A situação econômica é um grande desafio para o presidente, cuja reeleição em 2012 pode depender da capacidade de convencer a população de que suas políticas econômicas foram bem sucedidas.

Quarenta e cinco por cento disseram confiar mais nos republicanos para gerenciar a economia, alta de 11 pontos em relação a março.

A pesquisa mostra Obama na frente de cinco entre seis potenciais rivais do Partido Republicano, mas revela uma disputa acirrada com Mitt Romney, ex-governador de Massachusetts.

Entre todos os norte-americanos, Obama e Romney estão empatados, com 47 por cento cada. Entre os eleitores registrados, Romney está na frente, com 49 por cento, ante 46 por cento de Obama.

Romney, principal candidato republicano, lançou sua segunda campanha presidencial na semana passada, dizendo que as políticas econômicas de Obama são as culpadas por muitos dos problemas dos EUA.

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