Ataque a consulado na Líbia foi 'terrorismo', diz Panetta

Terroristas mataram o embaixador dos EUA na Líbia, mas uma investigação ainda está em curso para determinar qual grupo esteve envolvido e se houve ligação com a Al Qaeda, disse na quinta-feira o secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, em entrevista coletiva no Pentágono.

Reuters

27 de setembro de 2012 | 21h36

A invasão de 11 de setembro no consulado dos EUA em Benghazi, que resultou na morte do embaixador Christopher Stevens e de outros três funcionários, foi em princípio vista como resultado de uma manifestação espontânea contra um filme anti-islâmico feito nos EUA.

Mas desde os primeiros dias autoridades norte-americanas citaram a hipótese de se tratar de um ataque planejado.

"Um grupo de terroristas obviamente conduziu aquele ataque no consulado contra nossos indivíduos. Quais terroristas estiveram envolvidos é algo que continua a ser determinado pela investigação", afirmou Panetta.

Na quarta-feira, a secretária de Estado, Hillary Clinton, insinuou que os militantes envolvidos tinham ligação com o grupo Al Qaeda no Magreb Islâmico.

(Reportagem de David Alexander e Phil Stewart em Washington e Ali Shuaib e Marie-Louise Gumuchian na Líbia)

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