Jason Reed/Reuters
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Ativista birmanesa vê reformas como '1º obstáculo' para democratização

Nos EUA, ganhadora do Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, defendeu abrandamento das sanção

Reuters

18 de setembro de 2012 | 18h22

WASHINGTON - A líder oposicionista birmanesa Aung San Suu Kyi alertou na terça-feira,18, que as recentes reformas no seu país foram apenas o "primeiro obstáculo" para a democratização, e defendeu o abrandamento das sanções norte-americanas ao governo de Mianmar.

A deputada e ganhadora do Nobel da Paz disse que as sanções econômicas foram úteis para pressionar o regime militar birmanês no passado, mas que agora as pessoas precisam consolidar a democracia sem ajuda externa.

"Eu apoio o abrandamento das sanções, porque acho que nosso povo pode começar a assumir a responsabilidade pelo seu próprio destino", disse ela no Instituto dos EUA para a Paz, em Washington, ao iniciar uma visita de duas semanas ao país.

Washington começou neste ano a revogar as sanções, depois de a junta militar empossar um governo civil, liberar Suu Kyi da prisão domiciliar e permitir que ela disputasse eleições, entre outras reformas.

A ativista não especificou quais sanções ela gostaria que os EUA eliminassem.

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