Barack Obama diz que Al Qaeda enfrenta 'pressão maior que nunca'

'Estamos perseguindo sem descanso nossa missão de interceptar, desmantelar e, em última instância, derrotar essa organização terrorista', disse Obama

Efe,

31 de dezembro de 2010 | 02h57

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assegurou na quinta-feira, 30, no primeiro aniversário de um ataque que matou sete funcionários da CIA no Afeganistão, que os altos comandantes da Al Qaeda enfrentam "uma pressão maior que nunca" e que seu governo seguirá lutando para derrotar a rede terrorista.

"Os altos comandantes da Al Qaeda enfrentam hoje uma pressão maior que nunca e se abrigam na fronteira entre Afeganistão e Paquistão. Estamos perseguindo sem descanso nossa missão de interceptar, desmantelar e, em última instância, derrotar essa organização terrorista", disse Obama em comunicado emitido pela Casa Branca.

O líder americano se referiu ao ataque com explosivos perpetrado na Base de Operações Chapman, na província afegã de Khost, há exatamente um ano.

Os EUA encerraram 2009 com o maior número de baixas no Afeganistão desde a invasão, em 2001 - pelo menos 310 soldados mortos.

Obama destacou o sacrifício dos sete funcionários da CIA mortos no ataque, indicando que graças ao seu trabalho diário e ao "serviço extraordinário" da comunidade de inteligência os EUA e o povo americano estão mais seguros.

Ao lembrar o ataque em Khost, o líder americano reiterou o compromisso de seu governo para que os profissionais dos serviços de inteligência "tenham a capacitação e as ferramentas necessárias para cumprir suas missões".

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