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Biden diz a Kirchner que Obama tem boa vontade para A. Latina

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, quer um recomeço nas relações com a América Latina e está disposto a falar sobre qualquer assunto, afirmou o seu vice, Joe Biden, à presidente argentina, Cristina Kirchner, na sexta-feira.

REUTERS

28 de março de 2009 | 10h14

Ao encontrar a chefe de Estado durante encontro de presidentes no resort costeiro chileno de Viña Del Mar, antes da reunião do G20 na próxima semana, em Londres, Biden prometeu que as relações dos EUA com a América Latina vão melhorar, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Jorge Taiana.

As relações entre Washington e muitos países da América Latina deterioraram no governo do antecessor de Obama, George W. Bush, uma vez que o foco da política externa dos EUA se virou para o Oriente Médio e a guerra contra o terrorismo, enquanto várias nações sul-americanas se voltaram para a esquerda.

"O vice-presidente Biden disse à presidente (Kirchner) para transmitir a mensagem de que o presidente Obama está pronto para falar sobre todos os assuntos na Cúpula das Américas, sem exceção", afirmou Taiana a repórteres. Essa reunião de cúpula está agendada para meados de abril.

"Ele também realçou que a política tradicional dos Estados Unidos em relação à América Latina mudou, e vai mudar", acrescentou Taiana.

Biden e Kirchner se juntaram ao primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e à presidente chilena, Michelle Bachelet, para um jantar na sexta-feira, para dar a largada a um encontro de líderes que irá debater o papel dos estados na crise econômica e maneiras para proteger os pobres e o meio-ambiente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participará do encontro em Viña del Mar

(Reportagem de Rodrigo Martinez)

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