Bush diz que resposta dos EUA ao Gustav foi 'excelente'

Presidente americano visita Nova Orleans após passagem do furacão; diques da região resistiram

Efe e AP,

03 de setembro de 2008 | 15h18

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, qualificou nesta quarta-feira, 3, como "excelente" a resposta americana ao furacão Gustav e anunciou que, a pedido das petrolíferas, poderia liberar parte da Reserva Estratégica de Petróleo do país. Bush fez as declarações em um centro de Emergências da Louisiana, aonde foi para comprovar os efeitos do furacão, que deixou sem luz mais de 750 mil pessoas na na região, no Texas e no Mississippi, além de matar oito.   Veja também: Galeria de fotos  A rota do furacão Gustav    A visita realizada por Bush, criticado duramente por causa da demora do governo federal em responder ao furacão Katrina em 2005, faz parte dos esforços das autoridades para mostrar que aprenderam a lição com aquela tempestade, que matou 1.500 pessoas e deixou US$ 80 bilhões em prejuízos.   "A fase um da resposta do Gustav foi muito boa", declarou Bush. "Estamos muito melhor coordenados que do na época do Katrina", continuou. O líder americano ressaltou ue ainda resta muito a fazer, principalmente no que se refere ao conserto dos cabos elétricos. Para isso, pediu às companhias elétricas para enviar reforços às zonas mais afetadas para restaurar a eletricidade no menor tempo possível, e destacou que há muita gente trabalhando nisso.   Na terça-feira à noite, Bush afirmou que tinha recebido uma solicitação da Citgo Petroleum, que opera na Louisiana, sobre a liberação de petróleo da Reserva Estratégica dos Estados Unidos, e respondeu: "Vamos atender ao requerimento". "Foi liberado petróleo da Reserva Estratégica, e seguiremosfazendo isso se as companhias quiserem", afirmou o chefe de Estado americano em Baton Rouge, depois de receber informação sobre os esforços de recuperação feitos no local.   Atualmente, as Reservas Estratégicas acumulam 707 milhões de barris de petróleo. Bush percorreu nesta terça as imediações de Baton Rouge, onde comprovou a grande quantidade de árvores e postes caídos por toda a região, e também sobrevoou Louisiana com o Air Force One para avaliar a situação a partir do ar.  

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