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Cafetina nega existência de rede de prostituição nos EUA

Ela ainda afirmou, em entrevista à Record, ter provas do envolvimento de muitos 'poderosos' com seu trabalho

Da Redação,

22 de março de 2008 | 21h07

Em entrevista por telefone ao Jornal da Record na noite deste sábado, 22, a cafetina brasileira Andréia Schwartz, de 33 anos, negou a existência de uma rede de prostituição e de quaisquer provas contra o governador Eliot Spitzer do estado de Nova York.   Veja também: Brasileira envolvida no caso Spitzer continua presa nos EUA Brasileira é testemunha-chave no caso do governador de NY Veja imagens da chegada de Andréia   Família vive drama à espera da Andréia  "Não existia rede de prostituição nenhuma. Então, não tem como envolver o gosto do governador Spitzer com qualquer coisa que criaram com a minha, como se diz, com o meu trabalho", disse a cafetina, que por "problemas econômicos" estava negociando troca de informações com os Estados Unidos.     Andréia, que afirmou estar processando o governo dos Estados Unidos, acrescentou que a "queda do governador foi só uma coincidência" e que não saiu da prisão, onde estava desde 2006, em troca de informações.   A cafetina revelou ainda que sabe de muitas pessoas poderosas envolvidas com prostituição e que no momento oportuno vai revelar todas as provas. "A realidade ninguém sabe ainda. Eu não só vou falar, como também tenho algumas provas."

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