Coalizão liderada pelos EUA enfraqueceu Estado Islâmico, diz Kerry

Coalizão liderada pelos EUA enfraqueceu Estado Islâmico, diz Kerry

Segundo o secretário de Estado americano, a luta contra os militantes pode durar anos

O Estado de S. Paulo

03 de dezembro de 2014 | 09h43

A coalizão liderada pelos Estados Unidos tem seriamente prejudicado o Estado Islâmico (EI), com a realização de 1.000 ataques aéreos até agora no Iraque e na Síria, mas a luta contra os militantes pode durar anos, disse o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, nesta quarta-feira.

Os EUA e seus aliados começaram uma campanha de ataques aéreos contra o EI após os militantes sunitas terem feito grandes avanços territoriais no meio do ano. O Exército iraquiano, combatentes tribais sunitas e forças curdas, desde então, conseguiram avanços contra eles.

“Nosso comprometimento será medido mais provavelmente em anos, mas nossos esforços já estão tendo um impacto significativo”, disse Kerry no começo da primeira reunião de ministros de uma coalizão de mais de 60 países, reunida por Washington para destruir o EI, também conhecido como Daesh.

“Cerca de 1.000 missões aéreas que fizemos reduziram a liderança do Daesh e afligiram suas capacidades logísticas e operacionais."

Kerry disse que a força do EI no Iraque havia se dissipado e que forças iraquianas haviam retomado território ao redor de Mosul e em Tikrit, e haviam expandido a segurança ao redor de algumas refinarias de petróleo.

No norte e no oeste do Iraque, tropas curdas estão combatendo o EI, ao passo que combatentes tribais sunitas estão “começando a participar”, acrescentou Kerry.

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