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Congresso recebe carta com 'pista' do ataque em Times Square

Envelope continha foto de um homem parado em frente ao centro atingido e a frase 'nós fizemos isso'

Agências internacionais,

07 de março de 2008 | 09h51

Escritórios do Capitólio, sede do Congresso dos Estados Unidos, receberam na quinta-feira, 6, cartas com fotos e confissões do ataque com bomba contra um centro de recrutamento do Exército na Times Square, em Nova York, promovido na quinta. A mensagem contida no envelope trazia o seguinte dizer: "Feliz Ano Novo, nós fizemos isso", atrás de imagens do local antes do atentado.   A imagem era 'comum', daquelas que turistas costumam tirar quando estão de férias e querem guardar uma recordação, declarou uma fonte que preferiu não se identificar. O homem na foto era magro, cabelos grisalhos, usava uma camisa de flanela listrada e calça jeans, declarou a fonte. Dentro do envelope também se encontrava um livreto e cerca de 10 folhas de papel que pareciam ser um protesto político contra a guerra no Iraque.   A fonte anônima não soube dizer do que se tratava o folheto e, uma outra fonte - que também optou por não revelar seu nome - disse que cartas similares a essa foram recebidas em outros 10 escritórios.   A pequena bomba causou estragos mínimos na estação de recrutamento de Nova York não deixou feridos. A polícia divulgou imagens do momento da explosão e afirmou que o principal suspeito é um ciclista usando um casaco cinza. O incidente influenciou o aumento da cotação do petróleo. O vídeo mostra um homem descendo de uma bicicleta e caminhando na direção do centro militar. Minutos depois, o suspeito volta à bicicleta e deixa o local. Na seqüência, a bomba explode. A polícia investiga se o ataque tem relação com outros semelhantes, contra os consulados britânico e mexicano, em 2005 e 2007.   O Pentágono afirmou que não vai aumentar o nível de alerta, mas recomendou cautela para outros centros de recrutamento. "Estamos tratando o ocorrido como um incidente de vandalismo", afirmou o porta-voz do Exército Paul Boyce. "Temos relatos casuais de vândalos em nossos centros de recrutamento. É um fato triste, mas acontece de tempos em tempos", afirmou o porta-voz do Pentágono Bryan Whitman.

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