Dois americanos são acusados de planejar decapitações para ajudar o Estado Islâmico

Segundo a polícia, eles planejavam atacar o organizador de uma exibição de charges do profeta Maomé

O Estado de S. Paulo

12 de junho de 2015 | 16h09

WASHINGTON - Promotores acusaram dois americanos nesta sexta-feira de planejar ajudar o grupo militante Estado Islâmico decapitando compatriotas após uma investigação que levou policiais a matarem um suspeito a tiros em Boston na semana passada.

O caso ocorre após alguns ataques dos chamados “lobos solitários” – pessoas que cometem atos de violência por iniciativa própria – nos Estados Unidos e no Canadá desde o ano passado, cometidos por pessoas que as autoridades disseram ter se inspirado no Estado Islâmico, que controla partes da Síria e do Iraque e prometeu realizar atentados no Ocidente.

Os dois homens, Nicholas Rovinski, de 24 anos, de Rhode Island, e David Wright, de 25 anos, do Massachusetts, foram acusados de terem planejado com o tio de Wright, Usaamah Abdullah Rahim, um atentado contra o organizador de uma exibição de charges do profeta Maomé no Texas em maio. Mais tarde, eles pretendiam atacar a polícia de Massachusetts, informou um comunicado do Departamento de Justiça dos EUA.

Os promotores afirmaram que, “começando em uma data desconhecida, mas o mais tardar em maio de 2015, Wright, Rovinski e Rahim conspiraram para cometer ataques e matar pessoas dentro dos Estados Unidos, o que eles acreditavam que ajudaria nos objetivos do Estado Islâmico”. / REUTERS

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