‘Em Guantánamo, fui tratado como animal’, diz ex-preso

Jornalista sudanês Sami al-Hajj relata ao ‘Estado’ como foram os 6 anos em que esteve preso na base americana

Jamil Chade, correspondente de 'O Estado de S. Paulo',

25 de junho de 2008 | 20h48

Preso 345. Assim o sudanês Sami al-Hajj era identificado durante os seis anos em que esteve detido na prisão da base americana de Guantánamo, criada pelo governo dos EUA para deter suspeitos de vínculos com o terrorismo. Em 1º de maio, ele foi libertado do mesmo modo como havia sido detido: sem nenhuma condenação praticamente nenhuma explicação.  Em entrevista ao Estado, concedida ontem durante sua passagem por Genebra, Al-Hajj relatou que os EUA só não o soltaram antes porque ele recusou uma oferta da Casa Branca: a de transformar-se em agente secreto da CIA infiltrado na Al-Jazira, a rede de TV do Catar para a qual o sudanês trabalhava como jornalista antes de ser preso. "Fui tratado como um animal", disse. Jamil Chade, correspondente de 'O Estado de S. Paulo' Leia a reportagem completa na editoria de Internacional de 'O Estado de S. Paulo' desta quinta-feira, 26

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