Equipe da Airbus avaliará avião que caiu no rio Hudson

Avião da US Airways caiu sobre o rio, logo após a decolagem; todos os passageiros sobreviveram

Efe,

16 de janeiro de 2009 | 06h50

A fabricante européia Airbus enviará uma equipe de especialistas a Nova York para examinar o aparelho A320, que caiu sobre o rio Hudson, informou nesta sexta-feira, 16, a companhia. Veja tambémPássaros já causaram 668 acidentes aéreos nos EUAAvião com mais de 150 pessoas cai em rio de Nova YorkGaleria de fotos do resgate   "A investigação é responsabilidade absoluta das autoridades relevantes e seria inadequado que a Airbus entrasse em qualquer tipo de especulação sobre a causa do acidente", disse a firma em comunicado. A Airbus enviará uma equipe de especialistas para dar "assistência técnica total" à Junta Nacional de Segurança no Transporte dos Estados Unidos (NTSB, na sigla em inglês) e ao Escritório de Pesquisas e Análise da França, encarregados de esclarecer o fato. A fabricante do aparelho propriedade da US Airways disse que a aeronave foi entregue em 2 de agosto de 1999 à companhia aérea e que era equipada com motores CFM 56-5B4/P. Acidente Um Airbus A320 com 148 passageiros caiu sobre o rio Hudson, em Nova York, nesta quinta-feira, 15, informou a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês). Todos a bordo, incluindo a tripulação de até seis pessoas, conseguiram escapar, confirmou um porta-voz do órgão. De acordo com as autoridades, o voo 1549 da US Airways decolou de La Guardia às 15h26 (no horário local) e caiu poucos minutos depois, próximo à Rua 48. As causas da queda ainda estão sendo investigadas, mas segundo relatos de várias testemunhas citadas pelas imprensa americana, os motores da aeronave teriam sido atingidos por vários pássaros.  Após o acidente, o avião ficou parcialmente submerso na água gelada do rio, que separa a ilha de Manhattan do Estado vizinho de Nova Jersey, e as equipes de resgate dos bombeiros abriram uma porta de emergência, por onde todos foram retirados. Os bombeiros usaram botes para transportar as vítimas. "Muitos saíram com seus próprios pés", disse Laura Brown, porta-voz do FAA.

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