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EUA ameaçam impor novas sanções ao Sudão por genocídio

Governo promete incentivos caso haja avanço pela paz, mas pode aumentar barreiras caso ocorra o contrário

Efe e Reuters,

19 de outubro de 2009 | 12h02

O governo dos EUA está disposto a oferecer incentivos ao Sudão se houver "avanços verificáveis" em Darfur, afirmou nesta segunda-feira, 19, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, ao divulgar a nova estratégia de Washington em relação a Darfur por meio de comunicado do presidente Barack Obama..

 

Junto com Hillary, compareceram diante da imprensa, no Departamento de Estado, a embaixadora americana na ONU, Susan Rice, e o enviado especial americano ao Sudão, Scott Gration.

 

De acordo com o comunicado de Obama, "o Sudão está fadado ao caos se nenhuma ação for tomada rapidamente". O presidente ainda afirmou que novas sanções podem ser impostas ao país africano ainda nesta semana. "Se as atitudes do governo do Sudão melhorarem a situação e tomarem a direção da paz, haverá incentivos. Se isso não acontecer, a pressão dos EUA e da comunidade internacional aumentará", continuou o presidente na carta lida por Hillary.

 

Oficiais da ONU estimam que 300 mil pessoas morreram na região de Darfur por conta da guerra civil. Os números também apontam que 2,7 milhões de pessoas tiveram que deixar suas casas.

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