EUA devem liderar luta contra ameaça nuclear, diz Obama

Presidente diz ser 'imperativo' se colocar à frente do problema e cita futuro encontro com russos

EFE

20 de maio de 2009 | 11h58

Os EUA devem assumir a liderança na luta contra a proliferação de armas nucleares no mundo, segundo afirmou nesta quarta-feira, 20, o presidente americano Barack Obama. Para o presidente, o comando é "absolutamente imperativo", segundo afirmou em reunião com os ex-secretários de Estado Henry Kissinger e George Shultz, o ex-secretário de Defesa William Perry e o ex-senador Sam Nunn.

 

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"É absolutamente imperativo que os Estados Unidos assumam essa liderança, não só em colaboração com os russos, mas também com os demais países do mundo, a fim de reduzir e, em última instância, eliminar o perigo das armas nucleares", declarou o presidente, citando o futuro encontro com Dmitri Medvedev, presidente da Rússia. Em julho, Obama deve se reunir em Moscou com Medvedev e um dos principais pontos do encontro será a questão das armas nucleares.

 

O presidente americano manifestou também a possibilidade de reforçar o Tratado de Não-Proliferação Nuclear e um acordo integral de proscrição nuclear. O governante indicou ainda que o governo deve assumir a iniciativa em torno do problema nuclear, especialmente num momento em que Irã e Coreia do Norte persistem em seus planos de desenvolvimento atômico.

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