EUA enviam observadores ao Paquistão

Os americanos pedem eleições livres de violência

EFE

16 de fevereiro de 2008 | 00h04

O Governo dos Estados Unidos disse nesta sexta-feira que enviou observadores para as eleições parlamentares da próxima segunda-feira no Paquistão, para pedir que o pleito seja livre de violência. Durante uma entrevista coletiva, o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, disse que os EUA esperam que na jornada eleitoral, "os candidatos tenham acesso aos meios de imprensa e que o povo possa se expressar livre mente e de forma pacífica, livre da ameaça de violência ou intimidação". "Tem que haver uma série de mecanismos em torno da jornada eleitoral para que o povo paquistanês possa confiar que seu voto refletirá fielmente" suas decisões, acrescentou McCormack. "Por suposto / certamente que esperamos que o processo eleitoral se realize de tal forma como esteja livre de violência", acrescentou o porta-voz. Por outra parte, assinalou que os Estados Unidos conta com observadores eleitorais da embaixada americana no terreno, e que estes se deslocarão a vários pontos do país. Além disso, assegurou que os EUA forneceram uma quantidade considerável de financiamento para a capacitação de observadores eleitorais paquistaneses, e o Governo de Washington trabalhou com as autoridades oficiais para que estes "tenham acesso às mesas eleitorais e possam fazer seu trabalho". Também participam na missão de observadores legisladores democratas e republicanos, que advertiram o presidente Pervez Musharraf que haverá "conseqüências" se houver fraude eleitoral. Em declarações aos jornalistas, o senador republicano Chuck Rangel disse que o grupo se centrará em "eleições livre, justas e transparentes". "E se não virmos isso, vamos ver quais serão as conseqüências", disse Rangel, embora não tenha dito quais seriam.

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