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EUA investigam banco por ligação com suspeitos de terrorismo

Investigação é sobre pagamentos feitor a países através da divisão em NY do Barclays, 3.º maior do Reino Unido

Efe,

04 de março de 2008 | 11h00

O Barclays, o terceiro maior banco do Reino Unido, está sendo investigado pelo Governo dos Estados Unidos por supostos negócios de sua divisão americana com países que fazem parte de sua "lista negra" terrorista, segundo publicou nesta terça-feira, 4, o jornal The Daily Telegraph. Os Estados Unidos proíbem os bancos que atuam em seu território de efetuar transações em dólares para clientes dos países que integram a "lista negra", com o objetivo de reduzir a capacidade de financiamento daqueles que consideram terroristas. De acordo com o jornal, a investigação é referente a pagamentos feitos através da divisão do Barclays em Nova York. Os pagamentos teriam sido efetuados por pessoas ou empresas de países que fazer parte da "lista", que inclui, entre outros, Cuba, Irã, Coréia do Norte, Sudão e Síria. Em seu relatório dos resultados anuais de 2007, o Barclays reconheceu a existência da investigação e assinalou que ainda não é possível prever nem a data de seu encerramento nem seu efeito financeiro. Durante os últimos anos, os bancos americanos tiveram que se adaptar a esta lei, que agora está sendo imposta também às entidades estrangeiras que operam no país. O banco ABN Amro teve que pagar em 2005 uma multa de US$ 80 milhões, e atualmente está em negociações que poderiam desembocar em um acordo por um assunto similar. O acordo resultaria em um pagamento de cerca de US$ 500 milhões. Além disso, o HSBC reconheceu na segunda, 3, que tem um pequeno escritório em Teerã (Irã), e que, caso isto viole as leis americanas, poderia ter "sérias conseqüências legais e para sua reputação".

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