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EUA poderão libertar uigures em território americano

Decisão foi tomada pela Suprema Corte do país; poder de libertação está na mão de juízes federais

Reuters,

20 de outubro de 2009 | 13h54

A Suprema Corte dos EUA anunciou nesta terça-feira, 20, que ouvirá os pedidos dos prisioneiros chineses muçulmanos de Guantánamo que pedem para ser libertados nos EUA.

 

A maior instância da Justiça americana concordou em conceder aos juízes federais de Washington o poder de decidir pela libertação dos presos uigures no país quando nenhuma outra nação se manifestar para abrigá-los.

 

Uma corte de apelações dos EUA definiu que apenas o poder executivo poderá fazer tais decisões de sobre levar os uigures para território americano. O caso abriu um precedente para outros prisioneiros do centro de detenção dos americano em Cuba.

 

A corte de apelações reiterou uma decisão de um juiz federal feita há um ano de que 17 iugures presos em Guantánamo desde 2002 deveriam ser libertados nos EUA após as autoridades avaliarem que não eram suspeitos de terrorismo. O governo afirmou que os prisioneiros não poderiam voltar para a China porque seriam alvos de perseguição e porque mais de um ano se passou sem que alguma nação aceitasse recebê-los.

 

Em junho, o governo dos EUA mandou quatro uigures para as Bermudas. Em setembro, o arquipélago de Palau anunciou aos americanos que estaria disposto a receber 12 dos 13 prisioneiros restantes.

 

As autoridades afirmam que seis deles concordaram em se estabelecer em Palau, e dois devem dar resposta positiva a proposta em breve. O governo diz tentar encontrar o local apropriado para libertá-los.

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